SARDAL
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3º Jantar Pôôrrnnoo!!!
É verdade, este encontro sem qualquer
calendário obrigatório voltou a realizar-se e, pelo que se pode ver, este
foi melhor que o anterior, tal como o primeiro tinha sido. Talvez seja dos
números impares.
Este jantar contou com a presença de nada mais nada menos que 29 macacos
(e macacas) á porta do "Ti Lurdes". Quando cheguei e vi aquela gente toda
até o meu coração chorou de alegria... ou nem por isso... enfim, muito
gente tal como no primeiro jantar.
Fomos descendo para as mesas (descer é o termo correcto, o restaurante era
um bunker) que se encontravam numa sala grande e arejada (não era nada
arejada, era um bunker, mas adiante). A sala foi partilhada com mais um
grupo, muito maior que o nosso, composto de caloiros e veteranos, que não
se calavam por nada do mundo. Filhos da puta!
A ementa não era fixa, cada um pode escolher o prato que mais lhe apeteceu
e bebeu-se de tudo.
Este jantar teve, na minha opinião, o inconveniente de ser uma única mesa
sobre o comprido, o que dificultou a interacção de todos os sardalenses.
Num ano em que a Xoxa roubou o protagonismo ao Pôôôôôrno, foi pouca a
referência a ela. Este lendário jantar está a ser cda vez mais uma
celebração da amizade que prolifera na nossa pequena comunidade, deixando
de parte ligações sexuais. Não podemos na mesma deixar de agradeçer ao
ícone porno, pois foi ele que, com a primeira janta, ressuscitou esta bela
ideia de fazermos jantaradas.
A razão que aponto para um "Sardal" mais calminho neste jantar é o facto
incontornável da existência de uma grande peixeirada nas outras mesas.
À saida do restaurante perdemos 4 membros (e ganhamos outro) que tiveram
que se retirar, incluindo o nosso Editor, razão pela qual fiquei eu
encarrege de escrever este texto. O que ele não sabe é que também eu não
ficaria até ao fim da noite.
Arrancámos para a zona de Santos, pensava eu que era para irmos aos
barzinhos e beber qualquer coisa... enganei-me. O ponto de encontro era na
esquina perto da Kapital. Chegados lá ninguém tomava a decisão sobre para
onde iriamos. Falou-se na Kapital, mas parecia realmente impossível,
eramos 26, um grupo um tanto ou quanto grande para entrar. Mas eis que o
Ricardo do Jorge e o Luís (a.k.a. Mister Pôôôôôrno) foram falar com o gajo
lá á porta do estabelecimento e, segundos depois, fazem-nos sinal para
entrar... o que se terá passado ali? Teremos vistos os poderes do
Pôôôôôrno em acção? Nunca saberemos a resposta...
Bem, o resto da noite, pelo menos até eu ir embora, foi passado na Kapital.
Aquele ambiente não é o meu, eu sou mais de tascas onde percevejos são uma
iguaria... o grande Mourato também não estava a gostar, e quando passamos
para a zona onde já só se ouve o bum-txika-bum-txika-bum-txika-bum ele
resolveu ir embora e eu aproveitei a boleia.
De notar ainda que era suposto ter-se chegado a alguma conclusão em
relaçao a uma passagem de ano conjunta, mas que se saiba nada ficou
resolvido.
Por XTG